domingo, 15 de novembro de 2009

CONVERSAS E FATOS


Deixa eu te amar
Preencha todo esse espaço, pois
Há um vazio em seu lugar ♫
(Banda Marauê- gosto de te olhar)
_Que outras coisas você pode falar Milena? Você só sabe falar de amor platônico --‘
_Ai que raiva, eu quero por um fim a tudo isso!-nossa, meus pais tem razão eu preciso de um psiquiatra, tô falando sozinha :O
E eis que falando sozinha eu descubro em mim mesma a resposta que procurava há meses ( ?). Talvez não seja amor, não é amor, é?
E as perguntas feitas são respondidas pela minha cabeça, subconsciente, pelo meu consciente pelo meu cérebro loiro inteligente que chegou as conclusões talvez não muito bem acolhidas pelo meu coração.
Esse sentimento é... Ah desculpa, meu cérebro loiro inteligente também não sabe o que é...
_ Mas eu sei! ;)
_ Você? Quem é você?
_ O seu subconsciente. E eu sei o que é A_A
_ Então vai falando tudo o que você sabe sobre esse amor (?)
_ Nossa Milena, você uma menina tão bonita e inteligente ( ok, o subconsciente não disse isso, eu exagerei um pokin ;) como se deixou levar por aquele rostinho bonito? Desde quando você o conheceu deixou o caminho livre pra ele chegar ao seu coração, você nem sabia o nome dele, mas já havia guardado aquele sorriso, bem aqui, escondidinho...
_ Isso não é verdade, eu só comecei a pensar nele quando vi aquele papelzinho com o msn dele rabiscado e descobri seu nome ( isso foi na 2ª vez que o vi )
_ Você sabe que está mentindo pra si mesma, mas vou continuar...Quando você o conheceu precisava de novas aventuras para esquecer todo o resto e ele foi perfeito!
_ É foi mesmo, mas eu não soube controlar meus sentimentos...
_ Você errou, não devia ter se deixado iludir por km’s de distância, no fundo sempre soube que o fim seria assim.
_ FIM? Jura que é o fim? A_A
_ Hãa não? Tente entender, seu coração atualmente é como um queijo suíço, cada buraquinho existente nele você tenta preencher com algo, o buraquinho dos amigos do passado você tenta preencher com falsos novos e temporários amigos, o da saudade você preenche com lembranças e o do amor você preenche com esse garoto e enquanto você não achar uma pessoa compatível com esse lugar vago no seu coração vai ser assim, você vai tentar encaixar o que não se encaixa.
_ Mas eu não posso preencher com outro garoto então ?
_ Você já tentou fazer isso lembra? Não funcionou e você voltou a insistir nesse.
_ É verdade, mas eu posso pensar um pouco menos nele né? Seria mais fácil...
_ Eu vou tentar ajudar, mas só depende de você!
E depois dessa conversa com o meu subconsciente continuo sem saber o que esse sentimento realmente é, no entanto, descobri que por mais que eu queira mudar já se tornou um vicio abrir sua janela no msn e ficar por alguns segundos olhando paralisada pela sua foto, baixar todas as musicas que você ouve ( mesmo que sejam péssimas) e viver caçando cada simples detalhe que possa revelar qualquer coisa sobre você que me faça sorrir...
EU TE AMO ? Continuo a me perguntar...

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

7 Coisas para se fazer num shopping

Seguir os meninos bonitos
Seguir, andar atrás, literalmente. Você persegue eles, comenta e ri muito alto por sinal com as suas amigas. O grande mico é quando vocês não sabem ser discretas. (oi?)
Tomar sorvete e fazer meleca
Isso é ridículo, mas você já deve ter feito algum dia ou não, tá. Ou você tem que sujar sua roupa com calda de chocolate, ou o seu braço. E aproveite a notinha de compra do sorvete e use-a como guarda-napo.
Dar mil voltas e fazer bolhas no pé
Mil voltas mesmo, e ainda por cima no mesmo lugar. É, o shopping daqui é minúsculo e tem um andar só. Vá com sapatos de plástico Melissa e ganhe de brinde várias bolhas no seu pé, uma delícia.
Pegar ou não bichinhos de pelúcia
Gaste todo o seu dinheiro nas máquinas de pegar bichos de pelúcia, na esperança de pegar alguma coisa. Elas vão estar sempre esmagadas de bichos para que você não pegue nenhum.
Olhar vitrines
Isso todo mundo faz, é a coisa mais normal para se fazer num shopping. Olhe e ainda diga: Nossa, eu vi uma roupa igualzinha a essa naquela loja, mas com menos da metade do preço!
Passear em volta do park games
Passeie em volta do park games (aquele parquinho para crianças e adolescentes, ok) para ver todos os filmes em cartaz ou os que vão estrear só o ano que vem.
Rir e se divertir
Durante tudo isso, ria até sua barriga doer e se divirta muito, afinal, é para isso que servem os shoppings.

sábado, 7 de novembro de 2009

AMIGA LUA


Julie era uma menina assim, vivia tão sozinha, mas era feliz, não se importava com o que pensavam dela ou com as coisas fúteis da vida, para ela bastava saber que a noite chegaria. Não tinha nenhuma amiga a quem pudesse confiar seus maiores segredos, ou melhor, tinha. Ela tinha uma enorme amiga por quem era “apaixonada”, uma amiga a quem ela só precisava olhar, bastava ver seu brilho, nem que fosse apenas uma pontinha e ela sabia que não estava sozinha, era uma amizade em que nem palavras precisavam existir, era uma amizade sincera e profunda, era a única coisa da qual Julie precisava.
A amiga de Julie era a Lua.
Sim, a Lua. A Lua era a amiga perfeita de Julie, ela estava sempre lá, todos os dias, quando Julie estava triste se animava ao ver o brilho de sua amiga, quando estava feliz percebia que a amiga brilhava ainda mais como uma maneira de demonstrar que se importava. E Julie não abandonava nunca sua amiga, passava horas deitada sobre a grama a observar sua amiga e a compartilhar com ela sua vida, seus sentimentos, seus segredos, suas aflições e suas alegrias. No jardim gelado de sua casa Julie podia sentir através do brilho da Lua seu sincero abraço quente e acolhedor.
Mas certo dia...Julie conheceu alguém, talvez esse alguém não fosse tão sincero como a amiga Lua, talvez esse alguém fosse um dia deixar de amar Julie e abandoná-la, deixando-a sozinha com lágrimas no rosto e o coração em pedaços, mas naquele momento era esse alguém que ela queria. Era desse alguém que Julie precisava. Vitor, esse era o nome do alguém que Julie conheceu. Vitor foi o cúmplice da traição, o culpado por Julie ter abandonado a Lua. E depois de conhecê-lo, Julie já não precisava mais da Lua, ela tinha alguém que a entendia tão bem quanto a amiga, mas ele estava mais próximo e parecia bem mais real...
E assim Julie esqueceu-se da amiga Lua que a tinha acompanhado e acolhido por tanto tempo.
Julie ainda olhava pra amiga, mas já não precisava dela como antes, agora ela tinha Vitor.
E a Lua? Ah, a Lua, amiga tão fiel que fora agora só brilhava de tristeza e ainda se importava e guiava a amiga que estava lá embaixo. Brilhava em busca de uma nova amiga, brilhava com esperança de que a velha amiga Julie se lembrasse dela. Não que Julie não a visse, ela a via todo dia, enquanto ficava sentada no jardim com seu namorado, mas agora o jardim não era mais frio, os braços calorosos e o amor de Vitor a aquecia e em meio aos seus beijos Julie se perdia e não lhe sobrava tempo para conversar com a velha amiga. Apesar de tudo a Lua não guarda rancor, não tem raiva da amiga Julie, apesar de tudo ela ainda espera e estará lá quando Vitor abandonar Julie, ela estará lá quando a velha amiga precisar dela, ela sempre estará lá esperando que a amiga se lembre e precise dela...

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Universo paralelo viaja



E aí pessoas deste planeta (ou não?) sorrindo bastante desde o meu ultimo post? Parece que ele funcionou com a Natasha por pelo menos meio dia!
Como já foi dito pela minha amiguinha no ultimo post eu estava viajando nesses últimos dias, mas não abandonei ninguém deixei um post ensinando vocês a sorrirem [momento tenso] ( eu sei que é difícil sorrir sem mim) [acabou o momento tenso] e deixei também um post prontoquase pronto que eu e a Nah fizemos em um dia não muito feliz, e lá na praia eu também não esqueci de vocês, tem até uma foto com o nome do blog ai em cima nas areias do Guarujá e ontem eu vim o caminho inteiro ( tirando as partes que eu dormi) pensando no que eu iria postar.
E adivinha ? Eu não pensei em nada!
Mas eu queria contar que a viagem foi ótima, tava tudo muito lindo menos os meninos então eu tenho uma reclamação a fazer, cadê os meninos bonitos desse Brasil ?
Pra quem não sabe eu quase nunca viajo e fazia 10 anos ( tadinha de mim) que eu não ia à praia e sinceramente? Me decepcionei, podia ter algum menino um pouquinho menos pelego né? ( pelego= garoto feio ou sem estilo)
Mas tudo bem isso não vêm ao caso, mesmo porque ninguem quer saber se eu vi algum menino bonito, o que importa é que a viagem foi MUITO boa, e agora eu estou de volta e espero que a minha criatividade também.
Por hoje é só amiguinhos, beigs :*
PS1: eu sei que você não vai ler isso amor platônico mas eu que ia colocar o pedaço da musica que você colocou no seu subnick do msn, seu sem graça FG*
PS2: Amanhã ou sábado eu coloco aqui a primeira parte da minha historia que eu tinha comentado no PS do post BASTA SORRIR >.<

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Preciso dizer que te amo


Hoje o post vai ser bem grande. É uma conversa que eu e a Mi tivemos sobre amores platônicos, e resolvemos colocar aqui. Ah e por falar nela, ela foi viajar e eu estou o feriado inteiro sem falar com ela. -sad :/- hahaha, vamos ao post:

- Milena diz:
Amiga, você já viu a letra daquela musica do Fake Number, Platônico?
E ter que esconder
E não poder demonstrar
Mentir pra você
Fazer o outro acreditar
Platônico
Até pode ser
Platônico
Mais do que eu deveria
sentir. ♫
- Natasha diz:
Essa musica diz tudo, principalmente a parte que diz "não é normal o que eu sinto por você ♫."
Eu acho que todo amor platônico não é normal, impossível que uma coisa assim seja normal!
- Milena diz:
Exatamente!
São pessoas impossíveis, em situações impossíveis de um dia acontecerem, por isso que amor platônico não pode ser um sentimento normal. É quase como se apaixonar pelo sol, mas o pior, é que é uma pessoa real e que parece ainda mais impossível de ter do que o próprio sol. (comparação péssima)
- Natasha diz:
Né, mas o sol sempre vai estar lá (tá, nos dias de chuva você não vai vê-lo), e você pode sempre sentir ele te aquecendo, mesmo que ele não esteja realmente aqui, ele vai sempre te acompanhar.
Amor platônico não, você gosta daquela pessoa e, ou a pessoa não corresponde ou ela nem ao menos sabe, porque você tem medo, medo de não ser correspondida, medo de não sei o que também. --'
- Milena diz:
É, mas nós como fiéis pessoas anormais temos que sentir isso, só pra não perder o costume né?
- Natasha diz:
Com certeza, e não adianta, nós NUNCA vamos aprender, não importa quantas vezes a gente viva a mesma coisa.
- Milena diz:
O medo? Eu não sei sinceramente porque nós temos medo. Pensemos em ambos os casos:
Meu caso: Eu só o vi cinco vezes, e a não ser que o destino tenha um amor platônico por mim e queira me ver feliz, ele não me proporcionará a honra de ver essa pessoa novamente. Então, que diferença faria se eu dissesse EU TE AMO no msn pra ele? No máximo, ele iria pensar que eu mandei uma mensagem errada ou me bloquear, o que realmente não faria diferença já que ele nem fala comigo.
Seu caso: Bom, como eu o conheço, eu sei que ele é uma pessoa muito legal e mesmo que soubesse, acho que ele não iria deixar de falar com você ou de ser seu amigo, iria? No seu caso, tem também a "outra", mas o que poderia acontecer de tão grave para termos tanto medo?
- Natasha diz:
É como se fosse algo muito perigoso né, algo que pode acabar com a nossa vida. Não faz realmente nenhum sentido a gente ter medo, é só uma pessoa como a gente. E já que é platônico, não importa se é ou não correspondido, porque a gente sofre de qualquer jeito, eles sabendo ou não. No começo sofremos pelo tal medo sem sentido, e depois sofremos se não somos correspondidas, então acho que não faz diferença.
- Milena diz:
Sinceramente, não faz. Já que vamos sofrer de qualquer jeito, então porque não falamos logo e ouvimos o que temos que ouvir, ao invés de ficar sofrendo, imaginando e sonhando com o que poderia acontecer se contássemos, ou se eles descobrissem? Porque esse medo? Porque não contar logo e desencanar de uma vez? Porque ficar sofrendo sozinhas por tanto tempo, porque esconder tanto?
- Natasha diz:
Eu acho que é porque temos algo dentro de nós que não nos deixa contar, algo maior que nós. Mas eu acho que deveríamos vencer isso e contar de uma vez, não se pode sofrer pelo que ainda nem foi dito.
- Milena diz:
Talvez só tenha que ser assim. Talvez seja só o caminho que temos que seguir para aprender, até que avistemos o príncipe no cavalo branco. Talvez somos só meninas anormais, com sentimentos anormais para combinar...
Pra falar a verdade, sofremos por antecipação, por medo de saber o que realmente pode acontecer. Talvez não seria tão ruim como imaginamos em nossas cabeças desocupadas.
- Natasha diz:
E é exatamente por essa razão: nossas cabeças são desocupadas. E consequentemente, nosso coração está vazio ou desocupado também, então procura alguém pra ocupar esse espaço. Isso acaba tomando conta de todos os nossos sentimentos, dos nossos pensamentos e dos nossos sonhos, que às vezes acabam invadindo o nosso sono também e não nos deixa dormir em paz.
- Milena diz:
Eu me sinto sempre confusa tendo esse amor platônico, mesmo porque ele já dura praticamente um ano. Não que eu não o tenha escondido até de mim mesma e tentado esquecer essa fantasia, mas na real ele está sempre aqui. Me faz tão mal e ao mesmo tempo tão bem, sabe. Tem vezes que eu fico sonhando, pensando e imaginando mil coisas boas que poderiam acontecer. Não me sinto mal quando sei que elas são somente sonhos, no entanto, em outros dias, não suporto pensar nisso, saber que guardo todo esse sentimento e que ele nem se importa. Isso me faz chorar e ficar me colocando pra baixo. Às vezes, eu queria esquecer tudo isso, mas em outras vezes eu agradeço por ter esse sentimento, que preenche todo o vazio que está aqui...
- Natasha diz:
Eu me sinto de um jeito muito estranho, porque ele está sempre perto de mim, mas não sabe de absolutamente nada do que eu sinto, e o meu medo não deixa que ele saiba. Ainda faz muito pouco tempo que tenho esse amor platônico, acho que aproximadamente há um mês. Ele não faz o tipo colírio que atrai todas as meninas, e isso tornaria muito mais fácil a revelação dos meus sentimentos a ele. Mas tem também a questão dele ter uma namorada, o que me deixa ainda mais perdida, e com mais medo ainda de dizer a ele o que sinto. Ele é nosso amigo, está sempre por perto, e então eu não consigo saber se isso é bom ou ruim, porque ao mesmo tempo em que eu goste de ter ele por perto, isso só aumenta os meus pensamentos constantes nele. Esse sentimento pode não ser muito bom, mas também não é ruim. O que vou fazer para resolver isso, ainda não decidi. Pode ser que eu conte, e ele diga que sente o mesmo; Pode ser que eu conte, e ele diga que quer continuar sendo apenas meu amigo; Ou pode ser que eu não conte e continue aqui, pensando no que fazer, até que seja tarde demais.

PS 1: esse post pode levar algumas pessoas a fazerem o que devem fazer e antes não conseguiam. Mas nós duas ainda não fomos capazes de contar aos nossos amores platônicos o que sentimos por eles.
PS 2: post baseado em fatos completamente reais, escritos numa noite de sábado (24/10/09), através de uma conversa não muito feliz via MSN.

PS 3: foto tirada por mim !